Imbecil: Relatora da ONU se humilha publicamente e admite que NÃO SABE o que é antissemitismo!
Em uma reviravolta explosiva que está abalando a comunidade internacional, a polêmica e sempre controversa Francesca Albanese, Especial Rapporteur da ONU (relatora especial), se viu forçada a engolir as próprias palavras e pedir desculpas de forma pública e constrangedora.
A mesma mulher que há dias afirmava com toda a pompa que os nazistas enviavam muçulmanos para as câmaras de gás, e não os judeus, agora se rende e reconhece: ela simplesmente não sabia do que estava falando.
Em um post no X que está viralizando, Albanese escreveu: “Peço desculpas sinceramente. Eu interpretei mal o termo ‘Muselmann’ (muçulmano), usado nos campos nazistas para prisioneiros à beira da morte, e inferi erroneamente que o termo antissemitismo originalmente significava ódio a todos os povos semitas. Na verdade, ele foi cunhado especificamente para denotar ódio aos judeus.”
Sim, você leu certo. A relatora da ONU, que recebe salário público e viaja o mundo atacando Israel, confessa abertamente que *não conhecia a história básica do antissemitismo* e distorceu um termo do Holocausto para tentar relativizar o ódio aos judeus.
Antes, ela tinha ousado afirmar: “De fato, quando estavam sendo levados para as câmaras de gás, há relatos da vida nos campos de concentração dizendo que os judeus eram chamados de ‘os muçulmanos’.”
Com essa afirmação absurda, ela tentava sustentar a tese (cada vez mais popular na extrema-esquerda) de que “antissemitismo” não seria ódio aos judeus, mas a todos os “semitas” — uma mentira histórica que especialistas desmentem há décadas.
O termo “Muselmann” era, na verdade, a gíria usada pelos próprios prisioneiros para descrever aqueles que, reduzidos à pele e osso pela fome e pelo esgotamento, estavam à beira da mortem e ficavam no chão, curvados para frente, como nas rezas dos muçulmanos — muitos já resignados ao próprio fim. Não tinha nada a ver com “chamar judeus de muçulmanos” de forma racial.
Termos de gíria equivalentes existiam em outros campos (por exemplo, “burros” em Majdanek, “xeiques cansados” em Buchenwald). Não se tratava de uma classificação racial nazista que equiparasse judeus a muçulmanos, nem de uma categoria oficial formal, mas de jargão dos prisioneiros para essa condição terminal de privação.
Enquanto isso, o histórico de Albanese continua sendo um festival de polêmicas: acusações de antissemitismo, declarações sobre o “lobby judeu” controlando os EUA, tentativas de contextualizar o massacre de 7 de outubro e ataques constantes a Israel.
Agora, depois de ser desmascarada, ela se vê obrigada a pedir desculpas. Mas a pergunta que ecoa é: *Como alguém que mal conhece a história do Holocausto e do antissemitismo continua ocupando um cargo na ONU para opinar sobre Israel e os judeus?*
O constrangimento é total. E a credibilidade dela… bem, essa já estava em frangalhos há muito tempo.
Se ela for ler isso talvez ela verifique onde os muçulmanos estavam durante o Holocausto.
Classificação racial nazista e muçulmanos/árabes
A ideologia racial nazista considerava os povos nórdicos/germânicos como o topo da hierarquia “ariana”. Árabes e a maioria dos muçulmanos eram vistos, em termos ideológicos puros, como racialmente inferiores ou, no mínimo, não-arianos (Hitler chegou a se referir a povos do Oriente Médio de forma depreciativa no texto original do Mein Kampf e em conversas privadas).
Por razões políticas e práticas, o regime fez concessões pragmáticas:
Em 1936, diante de protestos diplomáticos (especialmente do Irã, Turquia e Egito), autoridades nazistas esclareceram que as Leis de Nuremberg miravam especificamente os judeus, e não “semitas” em geral. O Irã foi oficialmente reconhecido como país de povo “ariano” (por causa da origem indo-europeia do nome “Irã”). Turcos foram classificados como “europeus”.
A propaganda dirigida ao mundo árabe e muçulmano insistia que a Alemanha combatia os judeus, não os árabes ou muçulmanos.
Em 1943, quando a SS começou a recrutar muçulmanos bósnios, a liderança da SS passou a tratá-los como pertencentes aos “povos racialmente valiosos da Europa” — uma classificação oportunista para facilitar o recrutamento, não uma mudança doutrinária profunda.
Nunca houve um decreto geral declarando que “muçulmanos são arianos”. Houve adaptações diplomáticas e militares seletivas.
Quantos muçulmanos vestiram uniformes alemães na Segunda Guerra Mundial?
Estimativas de historiadores (baseadas em documentos alemães e estudos como os de David Motadel, Bruno De Cordier e Stefan Petke) apontam que entre cerca de 300.000 e 450.000 homens muçulmanos serviram nas forças alemãs (Wehrmacht e Waffen-SS), seja como combatentes, seja em unidades auxiliares ou de trabalho.
Por José Roitberg – jornalista e historiador
Imagem: para a dona Francisca saber onde estavam os muçulmanos na Segunda Guerra Mundial. Soldados da divisão Cimitarra da SS na Bósnia!

