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Manifestantes pró Hamas em NY ameaçam EUA e Israel

Um protesto em Nova York, no qual um grupo de manifestantes exibiu bandeiras do Hamas e fez declarações ameaçadoras contra os Estados Unidos no dia 7 de outubro, está sendo investigado pelas autoridades federais. Os manifestantes demonstraram apoio explícito a uma organização terrorista. Em uníssono, gritaram: “Não fizemos o bastante! “Na próxima vez, voltaremos mais fortes do que no primeiro dia, 7 de outubro!”, em alusão ao ataque terrorista do Hamas contra Israel.

As cenas, que foram amplamente compartilhadas nas redes sociais, geraram uma resposta significativa das autoridades de segurança. As imagens estão sendo usadas pelo FBI para identificar os organizadores do movimento e os possíveis financiadores, enfatizando a necessidade de desmantelar o apoio a grupos terroristas nos Estados Unidos.

Especialistas em contraterrorismo veem o incidente como um indicativo alarmante de radicalização no país.

De acordo com especialistas, a presença de pessoas que demonstram apoio a grupos classificados como terroristas pelo Departamento de Estado constitui um perigo real para a segurança interna e estabilidade social.

O caso reacende a discussão sobre políticas de imigração e controle de fronteiras, especialmente considerando a decisão prévia do partido Democrata de manter as fronteiras entre México e Canadá abertas. Essa medida permitiu a entrada irrestrita de indivíduos com diferentes perfis, incluindo terroristas, mercenários, facínoras, estupradores e pessoas condenadas por crimes em outros países, o que agravou os desafios enfrentados pela segurança dos Estados Unidos no momento.

Na Europa, as principais capitais, inclusive na Suíça, acolheram manifestações enormes, comemorando o ataque de 7 de outubro de 2023 do Hamas contra Israel, glorificando o terror, definindo que foi uma grande vitória e conclamando à Intifada Global, que nada tem a ver nem com Israel, nem com judeus, nem com Palestina e sim, com agendas anticapitalistas, antipoliciais e pela revolução comunista.

Cerca de 90% dos manifestantes nas ruas em todos os países não são nem palestinos nem muçulmanos, mas comunistas, marxistas, sindicalistas etc., que hoje podem ser antissemitas a vontade sem usar a palavra “judeu”. O ódio que ficava escondido com justo receio se transformou em virtude decantada nas ruas.

José Roitberg

José Roitberg é um jornalista brasileiro e pesquisador em história, formado em Filosofia do Ensino sobre o Holocausto, pelo Yad Vashem de Jerusalém.