Odiar Judeus, simples assim
Odiar judeus, ou, na versão politicamente correta que usam hoje, “odiar Israel”, é a forma mais preguiçosa, covarde e intelectualmente falida de se posicionar no mundo. É o refúgio dos fracos que não têm coragem de olhar para o espelho da própria casa em ruínas.
Em vez de confrontar os problemas que realmente estão degolando o seu futuro, se escolhe o alvo mais fácil: um pequeno país de 9 milhões de pessoas, cercado por inimigos que juraram destruí-lo. Enquanto islamistas estupram a juventude europeia que ainda sobrou e transformam bairros inteiros em zonas de sharia, enquanto a ideologia woke captura as universidades, empresas e até forças armadas, destruindo gerações inteiras com doutrinação tóxica, enquanto a China literalmente desmonta a base industrial de incontáveis países, rouba sua tecnologia e transforma sua economia numa dependência humilhante prefere-se gritar contra o judeu. Contra o “sionista”. Contra o único povo que, no meio do deserto, construiu uma democracia funcional, uma economia de ponta e um exército que faz o que a maioria tem medo de fazer: lutar.
A ironia é tão grotesca que chega a ser cômica. Se ignora com um silêncio cúmplice e ensurdecedor os genocídios reais que acontecem agora, hoje, neste exato momento. Na Nigéria, cristãos são massacrados por Boko Haram e pastores fulani a uma taxa que já superou Ruanda. No Sudão, milícias islamistas escravizam, estupram e matam dezenas de milhares de negros africanos sem que nenhum “ativista” da bolha levante um cartaz. No Irã, dezenas de milhares foram massacrados sem piedade pelo seu próprio governo.
Mas esses crimes não servem à narrativa. Não rendem likes. Não unem a galera. Então, silêncio. Covardia pura. E o que une todas essas ideologias fracassadas do planeta? O ódio a Israel.
Islamistas radicais que sonham com califado global, ativistas da extrema esquerda que destruíram o Ocidente por dentro, regimes autoritários da China e da Rússia que precisam de bode expiatório para esconder sua própria incompetência, todos eles concordam em uma única coisa: o judeu é o culpado.
E agora, para completar o circo, temos os governos esquerdistas fracassados da América Latina, esses monumentos vivos ao desastre socialista, todos eles, sem exceção, terminaram em corrupção galopante, pobreza recorde e autoritarismo disfarçado de “justiça social”.
Mas o mais podre é a sociedade secreta que esses regimes mantêm com o narco-terrorismo. Enquanto pregam “solidariedade com a Palestina”, eles fecham acordos subterrâneos com cartéis colombianos, mexicanos e com o Hezbollah que usa a América Latina como base de operações, lavagem de dinheiro e tráfico de drogas para financiar o terrorismo global. Aviões carregados de cocaína decolam de pistas latino americanas com destino à Europa e ao Oriente Médio. Dinheiro sujo de sangue financia ONGs anti-israelenses, campanhas de boicote e até universidades que ensinam os jovens que o verdadeiro vilão do mundo é um judeu defendendo sua casa.
É o grande pacto dos perdedores: socialismo falido + islamismo radical + narco-terrorismo, todos de mãos dadas sob a mesma bandeira. E se você faz parte daqueles que repetem como papagaio os slogans fabricados por essa aliança sinistra “Free Palestine”, “From the river to the sea”, “Zionist entity” , ainda se intitulando um pensador crítico, um revolucionário iluminado, alguém “do lado certo da história”. Patético.
Você não está resistindo ao sistema. Você é o sistema. O sistema dos covardes, dos preguiçosos e dos úteis idiotas que, no fim, sempre acabam servindo aos verdadeiros monstros. Enquanto isso, Israel continua existindo, progredindo, vencendo. E isso, mais do que qualquer outra coisa, é o que realmente incomoda os perdedores.
Por Ipad Asher – analista político
Imagem: parte do movimento Queer e LGBTSQIA+ odeia Israel que há 3 anos atrás foi considerado o melhor destino de turismos LGBT do mundo, país que tem Paradas Gays em Tel Aviv e Jerusalém e por ódio aos judeus apoia o Hamas que atira gays do alto de prédios e a ideologia islâmica radical que ordena sua execução, principalmente no Irã. Este talvez seja o melhor exemplo do ódio os judeus se tornando virtude. Foto orgulhosa de divulgação dos universitários Queer que amam seus carrascos.

