Trump
Antes de qualquer consideração, sou um grande admirador das qualidades do atual presidente norte-americano.
Ele é de direita, decidido, pró Israel, contrário a Maduro, ao ditador de Cuba e aos aiatolás iranianos. É amigo das democracias europeias, adversário ferrenho das esquerdas globalistas e destemido quando o assunto é defender liberdades pelo mundo.
Por outro lado, mesmo sem ter informações suficientes para julgá-lo, faço minhas análises com base nos resultados que observo, ligados às atitudes que vêm sendo tomadas pelo governo dele.
Não consigo entender sua atitude em relação ao Brasil. Começou algo saudável e parou no meio do caminho.
Não consigo compreender suas relações com o Catar, financiador do terrorismo no Oriente Médio e da mentirosa rede de notícias Al Jazira, a não ser que haja motivos nobres.
Também não compreendo o que Trump está fazendo com a Venezuela. Ele prendeu o vilão maior, mas deixou o país nas mãos do mesmo sistema que mantinha Maduro traficando drogas pelo mundo. Quando ele vai voltar lá para de fato dar liberdade ao povo venezuelano, que limpa a bunda com os dedos, pois até papel higiênico falta naquela pocilga?
Não consigo entender por que não deixar Israel acabar com o terror do outro lado de suas fronteiras de uma vez por todas, destruindo militarmente o Hamas, o Hezbollah e outros grupos.
Enfim, há muito o que explicar, pois parece que Trump não está finalizando o que inicia. Se ele não tomar as providências necessárias para garantir paz e liberdade onde elas faltam, a doença que vem acometendo o planeta vai piorar de tal forma que o mundo mergulhará em um caos sem solução, a não ser por meio de revoltas e de uma guerra mundial, talvez a última!
Se esse prognóstico se confirmar, deixo a pergunta:
Quem vai sobrar para contar a história?
Respostas pelo ronigomlevsky@gmail.com
Saudações rubro-negras!
Ronaldo Gomlevsky
Imagem ilustrativa de IA

