Eleições
No Brasil, um esticão de duas horas nas eleições, uma contagem matematicamente intrigante, uma virada inesperada e duvidosa, lança nuvens sobre os resultados do dia 25.
Por outro lado, quem negar a militância muito mais bem preparada dos vermelhos fantasiados de CBF, ou não quer enxergar a realidade, é pouco esclarecido. A Direita não teve competência, não teve gente e não teve material suficiente para enfrentar a onda lulopetista nas ruas.
Não sou especialista e não posso dizer em que dose esse fator foi decisivo ou se o decisivo para dar vitória ao Nine foi o ex-advogado dele, hoje vestido de pano preto.
O tempo dirá!
Em Israel: parece que Bibi dançou. Não o tango da vitória, como Millei, mas certamente o twist da derrota. Não fez maioria. Eizenkot está respirando no cangote do rei de Israel.
Assim como o de Saul e de David, parece que o reinado de Bibi também vai terminar em agonia.
Em poucos dias, saberemos.
Enfim, vamos torcer para que o Brasil de Lula faça as pazes com o Israel, que ainda não sabemos de quem será. E que venha logo para cá um embaixador.
Que Lula pare de atacar Israel e que tanto Israel quanto o Brasil andem para a frente sem olhar no retrovisor, mirando a vida apenas pelo para-brisa que enxerga adiante e que mira à distância.
QUE VIVAM OS POVOS DO BRASIL E DE ISRAEL, COM ALEGRIA, SORTE, SUCESSO E SAÚDE, de preferência, juntos!
Ronaldo Gomlevsky
Imagem: São Paulo (SP), 25/10/2026 – Eleitores votam na EMEF Celso Ribeiro Leite Filho, no bairro da Bela Vista, durante o segundo turno das Eleições 2026. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

