Novas Informações sobre o Ataque Terrorista em Bondi Beach
Ataque terrorista em Bondi Beach: um ato de ódio antissemita
No dia 14 de dezembro de 2025, um ataque terrorista chocou Sydney, na Austrália, quando os muçulmanos extremistas Naveed Akram, de 24 anos, e seu pai, Sajid Akram, de 50, atacaram uma celebração de Hanucá na praia de Bondi. Os terroristas, colocaram bandeiras do Estado Islâmico (ISIS) em seu carro, do lado de fora, no para-brisa dianteiro (na foto) e, por dentro, no vidro traseiro, dispararam contra a multidão de uma passagem de pedestres e lançaram quatro bombas caseiras – três tubulares (pipe bombs) e uma de bola de tênis – que, felizmente, não explodiram, apesar de serem viáveis.
O resultado foi trágico: 15 mortos, 14 deles judeus, e dezenas de feridos, marcando o pior atentado contra judeus da diáspora em décadas.
Nesta segunda-feira, 22/dez, 8 dias depois do massacre, 13 feridos permanecem internados.
Os perpetradores planejaram o ataque meticulosamente por meses, incluindo treinamento com armas de fogo em áreas rurais de New South Wales e uma viagem de quase um mês para as Filipinas, onde se isolaram em um hotel em Davao City, região conhecida por grupos muçulmanos que aderiram ao ISIS.
Em um vídeo manifesto encontrado no celular de Naveed, eles se declararam afiliados ao ISIS, recitaram passagens do Alcorão e condenaram “zionistas”, justificando o ato como uma resposta a supostas injustiças.
Sajid foi morto pela polícia no local, enquanto Naveed sobreviveu, foi hospitalizado e agora enfrenta acusações de 15 assassinatos, terrorismo e posse de armas, com possibilidade de prisão perpétua.
De acordo com a polícia, que divulgou detalhes em um tribunal de New South Wales em 22 de dezembro de 2025, os terroristas fizeram reconhecimento no local dois dias antes. Outra bomba foi encontrada no carro deles.
Em resposta, o governo local propôs leis mais rígidas para controle de armas, limitando caçadores recreativos a quatro armas e exigindo cidadania australiana para licenças – o que teria impedido Sajid, cidadão indiano com visto permanente, de possuir seis rifles e espingardas legalmente.
O incidente gerou comoção global, com líderes judeus pedindo investigações amplas, um clérigo muçulmano nas Filipinas condenou os atiradores como “pessoas ruins” e as fotos deles foram colocadas em 57 mesquitas de Davao pedindo informações.
Um memorial improvisado na praia foi desmontado, com partes preservadas no Museu Judaico de Sydney.

