Verde e Podre quer eliminar Israel e os judeus
Choque e revolta: Partido Verde britânico declara que sionismo é racismo e pede o fim de Israel!
Em uma decisão explosiva que deixou a comunidade judaica do Reino Unido em estado de choque, o Partido Verde da Inglaterra e do País de Gales aprovou neste domingo uma resolução que equipara o sionismo a qualquer forma de racismo e clama abertamente pela substituição de Israel por um “Estado palestino democrático único” em toda a Palestina histórica.
Essa demanda de esquerda radical é muito diferente da esquerda radical brasileira que sempre militou por um Estado Palestino único e laico. Quando esquerdista diz “estado democrático” está falando de estado socialista. Alguém pode dizer a estes ingleses retardados historicamente que não existe socialismo árabe, nem socialismo muçulmano? O mais estranho é o termo “em toda Palestina histórica”, pois isso engloba a Jordânia também…
A moção passou por 1.022 votos a 813 no congresso anual do partido em Brighton. O texto afirma que o sionismo “privilegia um grupo étnico com base na subjugação de outros” e determina que ele “seja tratado como qualquer outra forma de racismo”. Mais: o partido passa a defender oficialmente a criação de um único Estado palestino com Jerusalém como capital, direitos iguais para todos e o direito de retorno de palestinos e seus descendentes — o que, na prática, significa o desaparecimento do Estado judeu.
Reação
A reação das principais organizações judaicas britânicas foi imediata e devastadora. Em carta dura, o Board of Deputies of British Jews e o Jewish Leadership Council classificaram a decisão como “plataforma antissemita” e “ataque direto à comunidade judaica”. “Marcar a maioria dos judeus britânicos e das instituições judaicas como ‘racistas’ alimenta o ódio antijudaico depois de um ano em que judeus britânicos foram assassinados em sinagogas, esfaqueados nas ruas e viram seus prédios comunitários incendiados”, escreveram.
O rabino-chefe Ephraim Mirvis saiu da festa de Simchat Torah e publicou no X: “Fiquei estarrecido. Foi a União Soviética que primeiro promoveu a perigosa mentira de que o sionismo é racismo. Todas as pessoas decentes verão isso pelo que é: antissemitismo venenoso, uma ameaça aos judeus britânicos e à própria Grã-Bretanha.”
Shannon Seban, Diretora Executiva de Assuntos Europeus do Combat Antisemitism Movement (CAM), qualificou a moção como “uma perturbadora inversão de valores” e afirmou que deveria ser motivo de preocupação para todos que se opõem ao racismo.
“O Partido Verde votou para classificar o sionismo como racismo e se declarar oficialmente como um partido anti-sionista”, afirmou Seban. “Isso transcende uma discussão sobre o governo de Israel ou uma política específica.” Isso caracteriza a ideia de autodeterminação nacional judaica como sendo racista.
Quem lidera o partido verde é um self hater Jew
O líder do Partido Verde, Zack Polanski — ele próprio judeu e o mais proeminente crítico de Israel na política mainstream britânica — não falou contra a moção nem votou. As entidades judaicas não pouparam críticas: “Essas não são ações de um líder, mas de um espectador.”
Grupos de combate ao antissemitismo foram além. A Campaign Against Antisemitism alertou que, sob a nova definição do partido, praticamente qualquer judeu que frequente uma sinagoga no Reino Unido seria automaticamente considerado racista. Segundo pesquisas, apenas 6% dos judeus britânicos não se identificam como sionistas, e 89% consideram o antissionismo uma forma de antissemitismo.
Em pleno 2026, com a memória do 7 de outubro ainda viva e o antissemitismo em alta nas ruas britânicas, o Partido Verde acaba de adotar oficialmente uma linha que muitos consideram uma declaração de guerra à existência de Israel e à identidade da esmagadora maioria dos judeus.
Por José Roitberg – jornalista e pesquisador
Imagem: o alegre self hater Jew, Zack Polansky adorando que o partido que dirige agora prega o fim do Estado de Israel, junto com nossa sugestão de uma nova bandeira mais adequada aos ideais verdes e podres deste indivíduo.

