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Morre sobrevivente do Holocausto vítima de egípcio no Colorado

Sobrevivente do Holocausto, de 82 anos, morre devido aos ferimentos de um ataque antissemita com coquetel molotov em Boulder; suspeito agora é acusado de assassinato.

Uma sobrevivente do Holocausto de 82 anos, que ficou gravemente ferida em um brutal ataque antissemita com coquetéis molotov no início deste mês, faleceu, levando as autoridades a agravar as acusações contra seu agressor para homicídio.

Karen Diamond, uma membro querida da comunidade judaica de Boulder, participava da marcha com o grupo Run for Their Lives no dia 1º de junho, durante uma manifestação pacífica pedindo a libertação de reféns israelenses, quando foi atingida por coquetéis molotov lançados por um homem posteriormente identificado como Mohamed Sabry Soliman, muçulmano sunita egípcio residindo ilegalmente nos Estados Unidos.

No dia 25/jun ele havia sido indiciado em 12 acusaçõs por “hate crime”, crime de ódio, no tribunal federal do Colorado. Seu advogado, David Kraut, judeu de esquerda colocado no caso e patrocinado por instituições da esquerda judaica americana, alegou ao juiz que o seu cliente não era culpado (Not Guilty) porque o ataque teve motivação política, contra o sionismo e não motivação antissemita, contra os judeus.

Segundo a lei norte-americana, crimes com motivação política não podem ser enquadrados como crimes de ódio. A tese estúpida que a esquerda judaica muito organizada nos EUA está patrocinando e LEVANDO PELA PRIMEIRA VEZ AO TRIBUNAL, que tentar matar 20 judeus com coquetéis molotov é crime comum porque o muçulmano perpetrador tinha motivação política e não racial.

É improvavel que o juiz aceite esta alegação ao longo do processo. Se o fizer, abre um precedente perigosíssimo: queimamos carros de polícia (motivação política), saqueamos lojas (motivação política), espancamos e impedimos pessoas de entrar ou sair de algum lugar (motivação política), o que daria margem a isentar profunda violência, isentar a “intifada global” tratando-a como motivação política de não racial e de supremacia de uma religião sobre as outras.

O leitor que nos desculpe, mas não tem como dizer de forma diferente: Karen escapou de ser queimada e morta pelos nazistas alemães na Polônia, para ser queimada e morta por um muçulmano imigrante ilegal nos Estados Unidos.

Neste momento, a esquerda judaica antissionista norte-americana atingiu seu ponto mais baixo ao financiar a defesa de um muçulmano que pretendeu incinerar 20 judeus norte-americanos.

José Roitberg

José Roitberg é um jornalista brasileiro e pesquisador em história, formado em Filosofia do Ensino sobre o Holocausto, pelo Yad Vashem de Jerusalém.