A preguiça intelectual
Este fator é um grave gerador de crenças em narrativas falsas.
Vamos usar o exemplo do Oriente Médio: quem das pessoas que você conhece que gritam pelas ruas ou em universidades – Do Rio ao Mar – conhece qual rio e que mar? Quais desses propagadores de ódio, conhecem a história do Oriente Médio?
Quem dessa gente sabe que o Islã apareceu no ano 600 da nossa era comum, quando, por outro lado, cristãos existem há 2.000 anos e judeus há mais de 5.700?
Quem desses ignorantes sabe que já há 25 anos, não existe sequer, um mísero judeu em Gaza?
Quem desses papagaios dados a repetir slogans rasos, sem qualquer profundidade de conhecimento, sabe que mesquitas em Israel são livres, enquanto não há uma única e mísera sinagoga na Jordânia, na Síria, no Catar ou na Arábia Saudita?
Quem de todos esses idiotas sabe que “povo palestino” trata-se de uma invenção egípcia para criar dificuldades à existência de um Estado Judeu?
Na verdade, muito poucos sabem.
Agora pergunto eu: é preciso saber ou é mais barato, rápido e eficaz, se unir ao gado e sair mugindo pelo pasto, as asneiras que temos sido obrigados a escutar?
Seja você palestino árabe ou não, preste bem atenção:
– o mundo que não tente impor aos judeus uma lógica torta como fazem os franceses. Se insistirem o bicho vai pegar.
Aí vai o meu duplo grito!
1 – Libertem já, todos os reféns, ao mesmo tempo.
2 – Por uma Gaza livre… Do Hamas!
Am Israel Chai
Ronaldo Gomlevsky

