O IRÃ! AH, O IRÃ!!!
O silêncio ensurdecedor das esquerdas brasileiras, as mesmas que não paravam de latir no período da resposta israelense ao Hamas, num momento em que o regime dos aiatolás massacra a população civil iraniana opositora, dói nos ouvidos mais arejados. As feministas, os gays, os ditos democratas fecharam a matraca. Estão todos batendo tambor para a radicalidade xiita, muçulmana e assassina.
Os aiatolás estão matando desvairadamente, a torto e à direita, a mesma população que deseja dizer o que pensa, sem medo. Que deseja se vestir como bem entende, sem ser incomodada. Que prefere fazer a própria opção sexual sem ter a polícia na cola. Que está dizendo às centenas de milhares, nas ruas, que a ditadura da burca já era.
Na verdade, não dá para entender brasileiros e estrangeiros de esquerda que não têm qualquer apreço pela verdade e, muito menos, equilíbrio na defesa de valores que esta turma só defende, dependendo de quem estiver envolvido.
No fim das contas, as posições político-ideológicas dessa gentinha que diz lutar por direitos humanos, a respeito do Irã, da Venezuela, de Cuba, da Nicarágua, da Colômbia e da Coreia do Norte, são uma piada. Para essa patota camaleã, direitos humanos só para os aliados vermelhos.
Quando se trata de qualquer povo oprimido por ditadores que se rotulam de esquerda, o que se vê é apenas um dar de ombros.
É hora de essa gente, inclusive da minha família, tomar coragem e tratar de defender ideias e não governos criminosos.
Fica aí a minha sugestão para que nenhum judeu inteligente apoie aqui no Brasil alguém que não passa um dia em branco sem falar as maiores baboseiras e defender ditadores, com a cara de pau dos impunes!
Acorda, Manuel! Acorda, Antônio! Acorda, Jacozinho do PCdoB! Todos vocês tomem vergonha e condenem o Irã, cuja liderança está matando o povo.
Aprendam com Aldo Rebelo, um homem que honra princípios e que não passa pano para canalhas!
Ronaldo Gomlevsky

