Capitão “Guimel” oficial de helicópteros Black Hawk israelenses
Nesta edição de Menorah Rapidinhas, troco meu editorial por uma entrevista exclusiva com o capitão G. É este bravo soldado das FDI que cuida das missões perigosíssimas dos helicópteros Black Hawk israelenses. Ele é brasileiro e competentíssimo. Vamos conhecê-lo!
M:- G, quem é você?
G:- Sou um brasileiro, com 26 anos, hoje cidadão israelense. Cheguei a Aliá, junto com meus pais, para realizarmos o nosso sonho sionista, quando ainda não tinha completado 18 anos.
M:- Qual é a tua função nas FDI?
G:- Sou capitão na Forças Aérea de Israel.
M: – O que você faz na aeronáutica do Estado Judeu?
G:- Sou mecânico de bordo em helicópteros Black Hawk.

M: – Especificamente, do que se trata essa função?
G:- Minha função é conservar, preparar, colocar em voo e trazer sãos e salvos os helicópteros Black Hawk da Força Aérea Israelense.
M: – O que fazem esses helicópteros?
G-: Missões especiais. Resgates, ataque e defesa, reconhecimentos e muitas outras atividades ligadas à segurança do Estado Judeu.
M: – Por que você escolheu esta profissão?
G:- Desde muito pequeno, sempre fui apaixonado por helicópteros. Meu sonho de criança era ser um piloto, uma pessoa cuja vida estivesse ligada à possibilidade de voar e, em especial, interagir com helicópteros.
M: – Foi fácil ingressar na Aeronáutica de Israel e galgar posições?
G:- Como já disse, foi a realização de um sonho. Fui escolhido, dentre 300 israelenses que fizeram testes, apenas seis foram aprovados.
M:- Fale da sua carreira.
G:- Comecei como soldado. Fui galgando posições e cheguei ao posto de capitão mecânico de voo dos Black Hawk. Comecei trabalhando em helicópteros do tamanho de um ônibus. Fui recebendo missões, me desincumbindo bem e melhorando minha performance e minhas posições nas FDI.
M: – Me fale da tua atual situação familiar.
G:- tenho 26 anos, sou casado e espero poder ter muitos filhos, o que ainda não ocorreu. Vai acontecer, tenho certeza!
M: Tua profissão é difícil de ser exercida?
G:- Meu trabalho é defender meus helicópteros para dar segurança aos meus companheiros e àqueles necessitados de nossas missões, e é o que venho fazendo todos os dias.
M: – O trabalho é perigoso?
G:- É, sim. Exige muita atenção e exige que eu coloque o meu coração e a minha mente, totalmente à disposição, para otimizar e fazer permanecer no nível ótimo, os equipamentos aéreos, colocados em minhas mãos, sob minha responsabilidade.
M:- O que você gostaria de deixar claro?
G:- Deixo claro que, além de as FDI serem as melhores forças de defesa do mundo, digo que somos um exército ético, preocupado com a vida daqueles que estão do outro lado.
M: – Como você sente o espírito do soldado israelense, em geral?
R:- Todos nós temos consciência máxima de quem somos, de qual é nosso papel, de como temos que desempenhar nossas missões e temos a certeza de que, se for necessário, daremos a vida para defender nossa sociedade e nosso país, o Estado Judeu!
Obs: de acordo com as determinações das FDI, nenhum piloto da Força Aérea de Israel tem sua face publicada em fotos ou seu nome divulgado, sendo chamado publicamente apenas por uma letra, neste caso “G”, que pode ou não ser a inicial do nome dele. As fotos publicadas nesta entrevista foram autorizadas pela Força Aérea de Israel.

