Desde o último Dia da Memória, 170 soldados foram incluídos na lista de mortos de Israel
Iom HaZikaron, Dia da Memória em Israel. Desde o último Dia da Memória, 170 soldados foram incluídos na lista de mortos de Israel. Ademais, 54 veteranos faleceram em decorrência de ferimentos adquiridos durante o serviço, aumentando o total desde o ano de 1860 para 25.644.
Desde o último Dia da Memória de Israel, 170 soldados perderam a vida em serviço militar, conforme os dados divulgados pelo Ministério da Defesa na última quinta-feira.
Com esses dados, o total chega a 25.644 indivíduos que perderam suas vidas em serviço ao país desde 1860, ano em que os judeus deixaram as muralhas da Cidade Velha de Jerusalém para estabelecer novos bairros na Terra Santa.
Os números anuais abrangem todos os militares, policiais e integrantes de outros serviços de segurança que faleceram no último ano, seja em atividade, por acidente, enfermidade ou suicídio.
Não foi realizada uma nova contagem de vítimas de terrorismo, que também são lembradas no Dia da Memória.
O Ministério da Defesa informou que, no momento, há 59.583 familiares enlutados em Israel, incluindo pais, viúvas, filhos e irmãos dos falecidos. Desde o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023, esse número aumentou em 7.165.
O Dia da Memória de Israel começará na noite de segunda-feira, com uma sirene de um minuto soando em todo o país. Uma sirene de dois minutos será acionada nos 52 cemitérios militares de Israel na manhã de terça-feira, antes das cerimônias nacionais em memória dos falecidos.
O Dia da Memória é um dos raros feriados nacionais não religiosos em Israel, ocasião em que muitos israelenses costumam visitar os túmulos de amigos e familiares.
O Ministério da Defesa informou que, devido a preocupações de segurança em andamento, as cerimônias do Dia da Memória nos cemitérios militares de Israel ocorrerão este ano de acordo com as restrições de guerra do Comando da Frente Interna.
“A memória dos caídos é um alicerce da nossa unidade”, disse Aryeh Moalem, chefe do departamento para famílias de soldados caídos. “Por trás de cada nome há famílias e grande dor, mas também uma força que continua a pulsar e nos conectar a todos.”
De acordo com o Ministério da Defesa, o recebimento de familiares e amigos acontecerá, amanhã em em todos os 32 cemitérios militares, no Memorial do Soldado Beduíno e em centenas de túmulos espalhados pelo país.
Por José Roitberg – jornalista e pesquisador
Imagem oficial das FDI, sim em Israel as flores em cemitérios judaicos são o normal, apesar de na diáspora, principalmente no Brasil, não existir este costume e as pessoas “acharem” que é proibido levar flores ou colocar flores em cemitérios judaicos.

