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Terrorista trans dá 29 marteladas na cabeça de política conservadora

Aviso ao leitor: este não é um artigo anti LGTB, A questão aqui são os movimentos terroristas Transexuais em ação nos EUA e agora na Inglaterra. São um núcleo ainda muito pequeno, mas muito violento, dentro do universo LGBT. E a história completa você só lê aqui.

Apesar da polícia britânica e a mídia britânica terem decido encobrir a motivação pelo assassinato da ex-ministra Ann Widdecombe, 79 anos, morta violentamente com 21 pancadas de martelo na cabeça, alegando não haver motivação política, a motivação foi 100% Politica.

O terrorista assassino é membro do grupo ilegal Bash Back britânico, coletivo trans de esquerda que prega a abolição do estado, da democracia e conclama seus membros a cometerem assassinatos usando um martelo. A imagem acima é das mídias sociais deles.

Mesmo que existe uma denegação oficial britânica, somados aos ataque fatais cometidos nos EUA por “terroristas trans”, este seria o décimo sexto homicídio em dois anos.

Às vezes o Bash Back é taxado de coletivo anarquista, mas seus textos, consultados nas mídias sociais deles são muito claros e objetivos: TODOS os que se opõe a uma liberdade total do espectro Trans, com todas as letras e coloridos possíveis, tem que ser mortos! E quanto tempo leva o governo britânico para determinar que um grupo deste é terrorista e ilegal?

Quando poderíamos imaginar que o movimento LGBTSQIA+ iria gerar em seu interior, misturando a liberdade sexual com teorias marxistas e nazistas mal elaboradas e distorcidas, que todo aquele que se opuser a eles tem que ser morto? Quem poderia imaginar que gays e trans iriam pegar em armas para cometer atos terroristas homicidas-suicidas ou se sujeitar a penas de prisão perpétua ou de morte, por ideologia?

Devem entender, após este que é décimo sexto homicídio, sendo que o número de outros tipos de ataques não fatais e de vandalismo é bem maior que dezesseis, que isso é apenas o começo? Talvez fosse mais interessantes que os Supremacistas Masculinos e Terroristas Transexuais travassem uma guerra entre eles.

Note bem que a grande massa transexual não transita nesta distorção ideológica nefasta, mesmo que apoie o islã, onde cada um deles seria condenado e executado. Circulos Woke de Oprimidos e Opressores, onde o Islã com 1,5 bilhões de pessoas é considerado Oprimido e os judeus, com 16 milhões de pessoas é considerado Opressor.

Ann Widdecombe era um alvo legítimo do Bash Back?

Sim era. E apesar de você nunca ter ouvido falar nela, os terroristas trans a conheciam bem. Ela é exatamente o tipo de ser humano que o Bash Back quer varrer da face da Terra. Você, que está lendo, provavelmente se encaixa com alvo também. Basta aderir a qualquer das religiões monoteístas e seguir seus princípios e mandamentos.

Ann Widdecombe, ex-ministra conservadora britânica e figura pública conhecida por suas visões socialmente conservadoras e católicas, tem posições fortemente críticas aos movimentos Trans e LGBT. Ela é uma das vozes mais tradicionais no debate de gênero e sexualidade no Reino Unido.

Posições sobre o movimento LGBT:

Casamento igualitário: Fortemente contra. Votou contra todas as medidas de igualdade LGBT durante seus anos como deputada (1987-2010), incluindo a revogação da Seção 28 (que proibia a “promoção” da homossexualidade nas escolas) e a igualdade da idade de consentimento. Considerava o casamento gay uma “redefinição” do casamento e disse que se sentiu “alienada” pelo apoio de David Cameron à lei.

Terapia de conversão (“cura gay”): Defendeu publicamente o direito de pessoas homossexuais “infelizes” buscarem ajuda para “se tornarem heterossexuais”. Em 2019, afirmou que “a ciência pode ainda produzir” uma cura para a homossexualidade.

Adopção por casais gays: Contra. Argumentava que apenas casais heterossexuais casados deveriam adotar, para garantir “estabilidade” às crianças.

Posições sobre questões Trans:

Autoidentificação de gênero: Veementemente contra. Criticou propostas de facilitação da mudança legal de gênero, dizendo que levaria a “homens em prisões femininas, refúgios de mulheres e vestiários”. Chamou as políticas inclusivas de “loucura prevalecente” (“prevailing lunacy”) e disse que o país “ficou louco com o transgenderismo”.

Prisões e espaços de mulheres: Defende que transmulheres (pessoas nascidas do sexo masculino) cumpram pena em prisões masculinas, com exceções muito raras apenas para casos de transição cirúrgica completa. Argumenta que a norma deve ser o sexo biológico ao nascer para proteger as mulheres.

Esportes, banheiros e jovens: Oposição a trans em categorias femininas, banheiros e espaços únicos para mulheres. Critica a influência em crianças e jovens, dizendo que pode “confundir” eles.

TERF: Já se declarou “orgulhosa” de ser chamada de TERF (feminista radical que exclui trans), interpretando como defesa dos direitos de mulheres biológicas.

Resumo: Widdecombe vê o movimento Trans como uma ameaça à distinção biológica entre sexos e aos direitos das mulheres, e o movimento LGBT mais amplo como contrário aos valores cristãos tradicionais e à família. Suas opiniões são consistentes há décadas e alinhadas a uma ala conservadora religiosa. Ela costuma argumentar com base em biologia, proteção de mulheres e liberdade religiosa.

Essas posições são bem documentadas em colunas, entrevistas e seu histórico parlamentar.

por José Roitberg – jornalista e pesquisador

Imagem: uma montagem com print das mídias sociais do Bash Back, repare bem com 2.418 likes, o que é um número muito grande para uma declaração tão violenta “Esmague a Transfobia” que significa matar os “transfóbicos” (à direita embaixo existe um ‘escolha sua arma, com uma balaclava ladeada por um martelo e um extintor de incêndio – o que é melhor para partir o crânio das pessoas?); a vítima política britânica; e pasme, um livro publicado pelo movimento, no Brasil há 26 anos atrás, onde eles se definem, logo na capa, como “queers ultraviolentos”, termos talvez oriundo da ultra violência dos criminosos do filme Laranja Mecânica.

José Roitberg

José Roitberg é um jornalista brasileiro e pesquisador em história, formado em Filosofia do Ensino sobre o Holocausto, pelo Yad Vashem de Jerusalém.