Manchetes de uma entrevista com o presidente do Irã que você precisa saber!
O jornalista isolacionista americano, Tucker Carlson, publicou uma entrevista com o presidente iraniano Masoud Pezeshkian. Foi a atividade principal do presidente iraniano que não compareceu à reunião do Brics no Rio de Janeiro. Aqui estão alguns tópicos interessantes da entrevista:
Carlson pergunta: O que você tem a dizer sobre o fato de os aiatolás no Irã terem emitido uma fatwa (ordem teológica islâmica) pedindo a eliminação de Trump?
Pezeshkian: Até onde sei, isso não é verdade. Eles emitiram uma fatwa contra insultos ao Líder Supremo.
Carlson: O Irã já apoiou a eliminação de Trump?
Pezeshkian: Não. Essa é a propaganda de Netanyahu.
Carlson: Os americanos têm medo do Irã. Eles veem vídeos onde as pessoas gritam: “Morte à América – o Grande Satã”. Devemos ter medo?
Pezeshkian: Essa é uma impressão muito equivocada. Quando gritam “Morte à América”, não querem dizer morte aos cidadãos americanos ou mesmo aos funcionários americanos… Querem dizer “morte ao crime, morte aos atos de assassinato, morte ao apoio à matança de outros, morte à insegurança e morte à instabilidade.” Você já ouviu falar de um iraniano que matou um americano? Os EUA foram os responsáveis pela criação do ISIS em nossa região.
Pezeshkian acrescentou ainda durante a entrevista: “Israel tentou me assassinar. O Irã está pronto para retomar as negociações nucleares.”
Especialmente para o Presidente do Irã:
Mansour Emami, um aiatolá iraniano, está oferecendo um prêmio de 100 bilhões de tomans (1.780.000 dólares) para quem eliminar “aquele bastardo do Trump”… A multidão responde: “Morte à América”… Ele provavelmente não está falando sério…
Amir Hajizadeh, comandante das Forças Aeroespaciais da Guarda Revolucionária Iraniana (que foi eliminado no ataque inicial da Operação “Leão em Ascensão”), em uma entrevista televisiva em 2023:
Aspiramos matar Trump, Mike Pompeo (que foi Secretário de Estado no governo Trump anterior) e o General McKenzie (comandante do Comando Central dos EUA na época da eliminação de Qassem Soleimani). É imperativo matá-los… Segundo Pezeshkian, apenas um mentiroso.
Segundo o que se apura das últimas declarações das lideranças iranianas, sejam aiatolás ou militares, há um esforço entre eles para “provar” que “Morte à América” não significa “Morte à América”, enquanto “Morte à Israel”, significa exatamente “Morte à Israel”.
E dentro da Jihad Verbal, “O chanceler iraniano, Seyed Abbas Araghchi, chamou a solução de dois Estados de “irreal” e defendeu a solução de Estado único para muçulmanos, cristãos e judeus.” (Agência Brasil) Iranianos no RJ clamando por um Estado Único, que é o lema comunista. Muito curioso e indo contra a declaração oficial do Bricse do governo brasileiro.

