Começa comemoração de um ano da derrocada do Hezbollah
Hoje se inicia o primeiro aniversário do início do mês “Setembro Negro” do Hezbollah.
Principais marcos:
17 de setembro: O famoso ataque com bipes explodindo nas mãos e bolsos de membros da hierarquia de comando do Hezbollah até o nível de pelotão. A estimativa aceita é de 42 mortos e 3.500 feridos, a maior parte deles não tendo mais condições físicas de voltar à atividades militares.
18 de setembro: O ataque com o dispositivos de rádio, complementou o ataque dos bipes.
20 de setembro: Eliminação de Ibrahim Aqil, comandante da matriz de operações do Hezbollah, e dos comandantes da Unidade Radwan (considerada a tropa especial para invadir a Galileia).
21 e 22 de setembro: Ataques aéreos poderosos em diversas profundidades estratégicas.
23 de setembro: O maior ataque aéreo da história de Israel – 1.600 ataques aéreos em um dia em todo o Líbano.
23 de setembro: Tentativa de assassinato de Ali Karaki, comandante da Frente Sul (finalmente eliminado junto com Nasrallah no bunker).
24 de setembro: Eliminação de Ibrahim Qabisi, comandante da matriz de mísseis do Hezbollah.
26 de setembro: Eliminação de Muhammad Sarour, comandante da matriz de UAVs.
27 de setembro: Eliminação do Secretário-Geral do Hezbollah, Hassan Nasrallah, e de outros altos funcionários. Obviamente, esta data sera marcada no Líbano, este ano.
28 de setembro: Eliminação do Xeque Nabil Qaouk, vice-presidente do conselho executivo do Hezbollah (substituto de Hashem Safi al-Din).
Hoje, o Hezbollah luta para sobreviver contra as outras forças políticas libanesas. Não contra Israel. Mas não é um inimigo que está completamente morto e tudo indica que uma nova guerra civil no Líbano, do Hezbollah contra todos os outros, está próxima.
Imagem, print de tela de noticiário da AL Jazeera em árabe do dia 17/set/2024, mostrando o caos nos hospitais libaneses, principalmente em Beirute, sem ter estrutura para atender mais de 3.500 feridos simultaneamente.

