China financia protestos anti-Israel no Reino Unido e nos EUA?
ESCÂNDALO EXPLOSIVO: China financia protestos anti-Israel no Reino Unido e nos EUA? Autoridades abrem caça aos “marionetes de Pequim”!
Uma rede sinistra de influência estrangeira pode estar por trás das manifestações pró-Palestina que incendiaram as ruas da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos. Segundo uma bomba jornalística do jornal The Telegraph, tanto Londres quanto Washington investigam ligações suspeitas entre o regime chinês e o grupo de extrema-esquerda Code Pink — acusado de receber dinheiro de um magnata da tecnologia ligado a Pequim para organizar protestos anti-Israel.
O Code Pink, organização feminista radical que já realizou dezenas de manifestações inflamadas desde o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023, é suspeito de ter embolsado nada menos que 250 mil libras (cerca de US$ 338 mil) de uma empresa conectada a Neville Roy Singham, um bilionário britânico radicado na China. Singham, já apontado no passado como financiador de propaganda pró-Pequim (acusações que ele sempre negou), é casado com nada menos que Jodie Evans, cofundadora do próprio Code Pink. Coincidência? Autoridades britânicas e americanas parecem não achar.
O Ministério do Interior do Reino Unido lançou uma investigação sobre o financiamento do grupo como parte de uma operação mais ampla contra interferência estrangeira. Fontes oficiais alertam que Pequim estaria explorando tensões sociais para travar uma verdadeira “guerra política” no solo britânico, ampliando divisões e semeando caos.
Do outro lado do Atlântico, a situação é igualmente alarmante. Um comitê do Congresso americano, em parceria com o Departamento de Justiça, está debruçado sobre as mesmas denúncias. O presidente do Comitê de Meios e Arrecadação, o republicano Jason Smith, não poupou palavras: “Está claro que o dinheiro e a influência de Singham não param nas fronteiras dos Estados Unidos. Seu financiamento está apoiando causas pró-Hamas e pró-comunistas não só aqui, mas também no exterior, inclusive no Reino Unido.”
Ainda segundo o relatório, o Departamento de Justiça abriu uma investigação federal com grande júri para apurar as alegadas conexões de Singham com a China e com grupos de protesto pró-Palestina.
Enquanto isso, o site do Code Pink não esconde suas posições: defende o “direito dos palestinos de resistir à ocupação israelense violenta” e se declara “comprometido com a libertação da Palestina a partir do exterior”. Desde o início da guerra em Gaza, tanto o Reino Unido quanto os EUA registraram uma explosão de protestos anti-Israel e um aumento preocupante do sentimento antissemita.
O Code Pink, feminista, não tem uma só palavra de alento ou repúdio à forma como as mulheres são tratadas por Teerã ou pelos sunitas radicais na Faixa de Gaza. Afeganistão? Podiam abrir uma filial lá chamada Code Red, em memória ao sangue das mulheres afegãs executadas por apedrejamento. Para o Code Pink, o problema são os judeus…
O que está em jogo? Autoridades britânicas garantem que a prioridade número um do governo é proteger a segurança nacional e a democracia contra ameaças patrocinadas por Estados estrangeiros. “Vamos tomar todas as medidas necessárias”, afirmou um porta-voz anônimo. (OBS: é assim que o Telegraph publicou, uma vergonha…)
A pergunta que ecoa agora é: quantos outros grupos de protesto estão sendo manipulados por dinheiro chinês? E até onde vai essa rede de influência que mistura bilionários, ideologia radical comunista e geopolítica global?
Code Pink defende o Hamas, defende o governo do Irã, defendia Maduro, defende Cuba, continua comemorando aniversário de Fidel Castro e não tem qualquer sentimento para os mulheres oprimidas por estes regimes, ou vítimas destes regimes.
Pela verdade, as únicas mulheres muçulmanas pelas quais o Code Pink saiu em defesa são das meninas, mortas ou não na escola em Minab por um míssil Tomahawk ou não. Só lembrando o caso, o Irã levou meses para mostrar os retratos das crianças e dar seus nomes. Inicialmente não havia qualquer revolta ou protestos de pais e familiares delas. No quarto mês, três professoras da escola de Minab foram a TV contar sobre aquele dia e descobrimos, que nenhum adulto, nenhuma professora, ficou sequer levemente ferida no ataque, apenas crianças morreram, todas e nenhuma sobreviveu. Toda a narrativa é falsa.
Paras as mulheres manifestantes contra o regime iraniano, inclusive enfermeiras, violentadas constantemente nas prisões, não estupradas por policiais, mas sendo violentamente estupradas por cacetetes, a ponto de terem perfurações de útero e intestinos, sobre o isso as feminazis do Code Pink se calam.
São contra o “fascismo” e o “fundamentalismo religioso”, mas apenas se o discurso for cristão ou judaico. O fundamentalismo religioso islâmico deve ser protegido. A islamofobia é crime e o antissemitismo é liberdade de expressão. A polícia deve ser abolida. É a agenda deste lixo rosado.
por José Roitberg – jornalista e pesquisador, com informações do The Telegraph e The Times of Israel.
Imagem: foto de divulgação do Code Pink de Milwaukee

