Pessach da Luta de Israel e EUA contra Mísseis e Drones
pelo professor Isreal Blajberg
Os 2 feriados religiosos as vezes caem juntos, nos anos que o calendário solar gregoriano coincide com o calendário lunar hebraico. Em 2026 (5786) a festa judaica de Pessach (Passagem) e a Pascoa do Cristianismo ficaram bem próximas, na quarta 01/abril e sexta 03/abril.
Cada uma tem seu significado, a judaica lembra a Passagem do Anjo pelas casas dos hebreus, anunciando o Êxodo do Egito, comandado pelo Grande Patriarca Moisés, abrindo as águas do Mar Vermelho para a travessia de 40 anos pelo Sinai, para que a geração do deserto escrava no Egito não entrasse na Terra Prometida.
Já a Pascoa do Cristianismo celebra o “Cordeiro de Deus”, sacrificado para livrar a humanidade da condenação eterna. Remetem portanto à transição da escravidão para a liberdade, e da morte para a vida.
Este ano na Terra Santa o tradicional jantar de Pessach será nos abrigos antiaéreos, seja nas cidades ou nas trincheiras do Golan e do Líbano. Os infames aiatolás certamente vão escolher essa noite. As maldades nazistas também aconteciam em datas sagradas, como a invasão da Polônia no Ano Novo Judaico e do Gueto de Varsóvia em Pessach. Apesar da postura de Charberlain dos ministros europeus, os aiatolás precisam ser detidos. São suicidas e ponto final. Acham que governam por autoridade divina, e que podem matar as mulheres de véu errado e seus oponentes nas ruas.
Os aiatolás não se interessam pelo bem-estar de sua própria população, desperdiçando recursos bilionários com o terror, em lugar de investir em infraestrutura, educação e desenvolvimento.
A própria economia israelense é maior que a iraniana, apesar de ter apenas 10 milhões de habitantes, enquanto o Irã se aproxima de 100 milhões, deixando sua população empobrecida e sem perspectivas.
O mundo deve lhes dar o tratamento dispensado aos nazistas, que o Brasil ajudou a exterminar enviando a FEB – Força Expedicionária Brasileira para a Itália em 1944. Que o Governo do Brasil lembre disso, e esqueça os aiatolás, para se concentrar nos problemas nacionais.
Os nazistas provocaram o Holocausto. Os aiatolás negam que tivesse existido. Os nazistas bombardearam a população civil de Londres com as V-2. Os aiatolás bombardeiam a população civil de Israel com misseis e drones, além de armar terroristas do Hezbollah e Houthis.
Mas há uma diferença entre os nazistas e os aiatolás, cuja ameaça está sendo abortada pelos EUA e Israel no último segundo, sem o custo de um Holocausto ou de uma guerra mundial com 50 milhões de vítimas.
Em meio a fatwas pseudo-messianicas e interpretações equivocadas de textos religiosos, seguem ideologias apocalípticas com ambições de hegemonia global da minoria xiita, fazendo reféns a um povo altamente preparado de um estado industrial, potência energética, que ao invés de contribuir para o avanço da Humanidade, se concentra unicamente em ambições nucleares e produção de armas, como uma Coreia do Norte do Oriente Médio.
Imagem ilustrativa gerada por IA, resiliência judaica, seder de Pessach no bunker.

