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Médicos Sem Fronteiras e Sem Vergonha

A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) deixou de lado a neutralidade e a imparcialidade em sua cobertura do conflito na Faixa de Gaza, apoiando as estatísticas e as versões do Hamas em relação a Israel e minimizando as ações do grupo terrorista. Esse é o resultado do relatório da NGO Monitor, que declara que a MSF deixou de ser uma organização humanitária confiável.

“A MSF deixou de ser neutra: sua linguagem humanitária agora apoia uma causa política”, declara Alain Destexhe, ex-secretário-geral da MSF Internacional.

De acordo com o relatório, mais de 40% das declarações de funcionários e personalidades proeminentes elogiavam o grupo terrorista e o ataque a israelenses em 7 de outubro de 2023. Houve até quem se orgulhasse de ter participado da construção de túneis e da fabricação de armas.

Desde 7 de outubro de 2023, a MSF usou o termo “genocídio” em textos e comunicados contra Israel 272 vezes, ao passo que não usou nenhuma vez em relação ao Sudão ou ao que o Boko Haram (Estado Islâmico) vem fazendo contra cristãos no centro da África. Nenhuma vez na Guerra das Síria, e nenhuma vez quando o governo xiita do Irã executou mais de 40.000 de seus cidadãos em protestos de rua.

Imagem ilustrativa Médicos Sem Fronteiras por trás do Hamas.

José Roitberg

José Roitberg é um jornalista brasileiro e pesquisador em história, formado em Filosofia do Ensino sobre o Holocausto, pelo Yad Vashem de Jerusalém.